AMAMS luta por emendas para duplicação da BR 251 no Orçamento da União

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O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre – DNIT participou de uma reunião, onde fez um apelo à Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene – AMAMS, visando inserir até sexta-feira, dia 27 de outubro, alguma emenda para as obras de duplicação e adequação da BR 251, no Norte de Minas. O superintendente estadual do DNIT em Minas Gerais, Fabiano Cunha e o coordenador regional Wainer Nether, se reuniram com o presidente da AMAMS e prefeito de Bonito de Minas, José Reis e o secretário-executivo Ronaldo Mota, além do presidente da Associação Mineira de Municípios – AMM e prefeito de Moema, Julvam Lacerda, o diretor regional norte, José Nilson Bispo de Sá, prefeito de Padre Carvalho, nesta última terça (24/10), na sede da AMAMS.

Na reunião, os dirigentes do DNIT salientaram que precisariam de pelo menos uma emenda de R$ 100 milhões, visando duplicar alguns pontos e colocar a terceira faixa, assim como reforçar algumas pontes da BR 251. O principal trecho a ser consertado será de 40 quilômetros, depois da cidade de Francisco Sá. Eles explicaram ainda, que a obra de restauração da BR 251 está em fase final, pois a empresa contratada acelerou os serviços, visando evitar a chegada das chuvas. O contrato é de três anos e foram alocados inicialmente R$ 37 milhões, que depois de corrigidos, chegaram aos R$ 40 milhões. O DNIT usou recursos próprios e ainda mais 30% remanejados de outros Estados.

A obra de duplicação e adequação está orçada em R$ 1 bilhão e o ideal seria receber R$ 250 milhões de emenda por ano, mas se for possível uma emenda de R$ 100 milhões, ajudaria bastante. Eles comunicaram ainda que o DNIT está disposto a acelerar o processo do Anel Rodoviário de Montes Claros, que interliga as saídas de Januária e Janaúba, ou seja, as BR’s 135 e 251. O projeto foi elaborado pelo DER-MG e desde 2014 devolvido ao DNIT. Os dirigentes afirmam que esse projeto precisa ser atualizado, diante da expansão urbana de Montes Claros e por isso, pedem que sejam realizados novos estudos. Depois, precisam inserir verbas no orçamento de 2018 para essa adequação, visando a obra em 2019.

Montes Claros, 27 de outubro de 2017

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